Nosso Chão, Nossa História divulga Relatório Bianual de atividades

Documento reúne principais ações voltadas à reparação e pode ser acessado  pela Biblioteca disponível no site do Programa

Resposta à sociedade, transparência e comunicação. Neste mês, O Programa Nosso Chão Nossa História lançou,  durante o ECOANDO: Vozes da Reparação, realizado na sede do Ministério Público Federal em Alagoas (MPF-AL), em Maceió, o Relatório Bianual 2024 – 2025, que reúne as principais ações, atividades e marcos da iniciativa em dois anos de atuação.

Na publicação, é possível conferir a trajetória do Programa, desde o contexto do desastre socioambiental provocado pela mineração da Braskem até os processos de escuta e participação social que subsidiaram sua construção e execução. 

O Relatório também apresenta as principais entregas do primeiro e do segundo anos de execução, as linhas temáticas que orientam as iniciativas e as informações detalhadas sobre os projetos de reparação em andamento, recém-iniciados e  já concluídos.

Disponível para download no site do Nosso Chão, o Relatório integra as ações de comunicação, transparência e prestação de contas com a sociedade alagoana, as organizações da sociedade civil locais e, sobretudo, as pessoas atingidas pelo desastre em Maceió.

Baixe o Relatório Bianual 2024-2025 aqui e na Biblioteca do Programa!

A publicação foi construída a partir da diversidade de vozes das pessoas atingidas que hoje participam como destinatárias de alguns dos 25 projetos de reparação já lançados pelo Programa e conta com depoimentos das moradoras e dos moradores nas suas principais páginas. Além disso, apresenta as estratégias adotadas para ampliar o acesso à informação, fortalecer o diálogo com os territórios e ampliar a visibilidade às ações de reparação em curso.

Sobre o Programa

O Programa Nosso Chão, Nossa História é uma iniciativa realizada pelo Comitê Gestor dos Danos Extrapatrimoniais (CGDE) e operacionalizada pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), voltada à reparação dos danos morais coletivos causados pelo desastre socioambiental da mineração da Braskem em Maceió.

Ao longo de quatro anos, está prevista a aplicação de R$150 milhões em projetos de reparação extrapatrimoniais desenvolvidos por organizações da sociedade civil. Os recursos são provenientes do Termo de Acordo Socioambiental, assinado pelo Ministério Público Federal (MPF/AL), o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) e pela mineradora Braskem.

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