A qualificação profissional será voltada às pessoas atingidas pelo desastre da mineração e protetores de animais locais
O Programa Nosso Chão, Nossa História divulga, nesta sexta-feira (16), o nome da empresa especializada para executar o curso de cuidado animal, selecionada por meio de licitação pública. A formação será voltada às comunidades atingidas pelo desastre socioambiental e aos cuidadores de animais em Maceió, e divulgada por meio dos canais de comunicação do Programa. Confira o nome da empresa com todos os detalhes neste link.
A seleção ocorreu por meio de processo licitatório e integra as ações de reparação que buscam fortalecer capacidades locais, promover inclusão produtiva e ampliar oportunidades de geração de emprego e renda.
Todas as etapas da licitação foram realizadas conforme as diretrizes do Sistema das Nações Unidas, com publicação e trâmite pela plataforma United Nations Global Marketplace (UNGM), portal oficial de compras da ONU.
De acordo com o edital, a contratada será responsável pela execução de um curso com carga horária entre 80 e 100 horas, realizado de forma presencial, em Maceió, com conteúdos técnicos, práticos e de gestão profissional no mercado pet. A formação será destinada tanto às pessoas diretamente atingidas pelo desastre quanto aos protetores e cuidadores de cães e gatos da capital alagoana, contribuindo para a inserção no mercado de trabalho.
Mais detalhes sobre o curso de capacitação serão comunicados, em breve, no instagram do Programa, por meio do @nossochao.maceio e na comunidade do WhatsApp. Para acessá-la, clique aqui!
Sobre o Programa
O Nosso Chão, Nossa História é resultado de ação civil pública representada pelo Ministério Público Federal de Alagoas (MPF/AL), que responsabilizou a Braskem pela reparação dos danos morais coletivos causados pelo desastre socioambiental da mineração em Maceió.
As atividades e os projetos do Programa são definidos pelo Comitê Gestor dos Danos Extrapatrimoniais (CGDE) – um grupo voluntário que reúne pessoas da sociedade civil atingidas e representantes de instituições públicas. As ações são operacionalizadas pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS). É prevista a aplicação de R$150 milhões ao longo de quatro anos, por meio da implementação de projetos por organizações da sociedade civil, para a reparação de danos morais coletivos.